8 de novembro de 2009

Reflexão sobre cachorros


Estava eu pensando em explicar minha teoria denominada Psicologia Canina. Sim, sim, sim!!!
Olha só: assim como as crianças refletem a personalidade dos pais, os cachorros refletem a personalidade dos donos (ops, eles não gostam de ser chamados assim, é o papai e a mamãe). kkkkkkk
Para provar minha teoria, apresento a vocês alguns fatos empíricos baseados na análise feita da personalidade canina dos indivíduos citados abaixo. A classificação é dada numa espécie de ranking os 3 mais mais:

MAJOR (pronuncia-se "meidhor"): Começando com esse pittbull cara de pau, filho de uma cachorra, sem vergonha... ... Perdão pelos termos não científicos. Esse cachorro é uma coisa! O termo Migueloso pode ser aplicado à sua personalidade. É do tipo que se não quer andar, se deita e nem o guincho o tira do lugar. Odeia chuva, neve e dias muito quentes. Esses são os piores dias para caminhar com ele porque no fim do dia você precisa de um transplante braçal. Além disso ele usa a tática do "olhar de peixe morto" (lembram do gato de botas do Shrek?) Ninguém resiste a esse olhar. E só pra completar o pacote, quer comer tudo que vê na rua, de sacolas plásticas a gatos, passando por esquilos e outros cachorros. Estranhamente é extremamente dócil com qualquer ser humano.

SUZY: Essa scottish terrier apresenta um comportamento dúbio e contraditório. não gosta de andar de jeito nenhum. E quanto mais você puxa mais ela trava fazendo com que os transeuntes pensem que vc a está maltrando. Algumas vezes ela leva 1 hora para dar a volta no quarteirão, em casos extremos leva 1 hora pra andar de uma esquina à outra. Porém no momento em que vc se direciona ao prédio em que a mesma reside, ela sai correndo feito uma bala. O termo mala-sem-alça-sem-rodinha-de-papelão-branco-pra-carregar-na-chuva a descreve perfeitamente.

EMELINA, OSCAR E BLAZE: Esses 3 schnauzers são tudo farinha do mesmo saco. A relação de amor e ódio é inevitável porque são dóceis com pessoas, mas perdem a compostura com outros cachorros. Além de não terem os pêlos aparados, fedem à bosta misturada com comida de cachorro. Em suma, o comprtamento dos mesmos se assemelha a alguém que comeu manga verde com gardenal.
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