31 de maio de 2011

Desafio Literário 2011 (Maio): "The Way of the World"

LIVRO REPORTAGEM





Título: The way of  the world
Autor: Ron Suskind
Editora: HarperCollins
Ano: 2008
Páginas: 415





 Em uma narrativa arrebatadora, propulsiva e multifacetada, O Jeito do Mundo: uma história de verdade e esperança em um tempo de extremismo, investiga como os Estados Unidos abandonaram a liderança moral que agora precisam desesperadamente para lutar contra a ameaça real de nossa era: uma arma nuclear nas mãos de terroristas. Verdade, justiça e responsabilidade tornam-se mais do que meras palavras nesta história. Suskind mostra onde os perigos mais negligenciados estão na história do "Teste do Armageddon"- uma jogada desesperada para enviar equipes secretas ao mercado negro nuclear com o objetivo de frustrar os esforços de terroristas que tentam adquirir armas de urânio. No final, ele finalmente revela pela primeira vez a falsidade explosiva subjacente à Guerra do Iraque e toda a presidência de Bush. Enquanto as esferas pública e política lutam, O Jeito do Mundo simultaneamente segue um conjunto de personagens na América e no estrangeiro que estão transformando medo e frustração em uma desesperada - e muitas vezes ousada - marca de salvação humana. Eles incluem um esforçado imigrante de 24 anos do Paquistão, uma destemida comissária de refugiados das Nações Unidas, um adolescente afegão, o filho de um sobrevivente do Holocausto, e Benazir Bhutto, que descobre, dias antes de sua morte, como ela foi abandonada pelos Estados Unidos em seu momento de maior necessidade. Eles todos estão testando os valores americanos em um momento de perigo, e descobrindo soluções - soluções humanas - para o que tanto tem dado errado. (tradução livre da sinopse disponível no site Goodreads)

Concordo com "propulsiva" e "multifacetada", mas "arrebatadora" já é querer forçar a barra. Este é um daqueles livros super chatos quando você começa, porém já quase no fim você não consegue largar.
O que me parece ser o objetivo do livro é mostrar o que mudou no mundo pós-11 de setembro, principalmente nos países centrais nessa história que tem se desenrolado em nossa atualidade.
Com isso adentramos a Casa Branca do período Bush, seu vice Cheney e Condolezza Rice. Passamos pela CIA (Central de Inteligência), FBI e SS (Serviço Secreto). Vemos Inglaterra representada por Tony Blair. Além do Paquistão através de Bhutto (ex-primeira ministra) e Musharraf (ex-presidente paquistanês).
Mas a história não é feita só de "poderosos", temos um imigrante paquistanês que é interrogado porque estava mexendo em seu iPod em frente à Casa Branca, um estudante intercambista, um (suposto) padeiro preso em Guantánamo acusado de ter conexões com al-Qaeda cujas provas não são concretas e a luta de sua advogada.


Pontos principais discutidos no livro:
  • O fato dos principais líderes americanos terem conhecimento que o Iraque não possuía armas nucleares de destruição em massa ANTES da invasão do país;
  • Como as diferentes pessoas de diferentes países, culturas, línguas e religiões se conectam e chocam em um mundo cada vez mais globalizado.
 Posso garantir que é melhor que qualquer filme de 007, pois o trabalho de espionagem não tem nada de glamouroso, na verdade é feito de erros e acertos que podem mudar (para melhor ou pior) a história da humanidade. Para sempre.
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