18 de julho de 2011

Terapia

Aqueles dias de mudança foram LO-COS. Fiquei tãooooooo cansada e estressada que precisei de terapia, por isso fui à praia, nada melhor pra relaxar, né? 
Só que isso não ajudou porque apesar do sol tinindo a água estava gelada, isso mesmo, GE-LA-DA. Fiquei mais estressada ainda e decidi que apenas uma terapia mais radical (e legal) me ajudaria.

TERAPIA DE MONTANHA-RUSSA!!!!

Para alguém conseguir me animar é só me chamar para um parque de diversão, principalmente se tiver montanha-russa. EU VOU!!!! 
Então acompanhem as etapas da minha diver... digo, terapia no Six Flags Great Adventure:




A nova montanha-russa chamada Green Lantern foi logo a primeira. Aproveitamos que a fila ainda não estava comprida. Ah, e você não senta nessa aí não, é em pé mesmo!




A próxima foi Bizarro, que por uma razão bizarra não tinha nem fila. Adivinha só? Fomos 2 vezes seguidas. Na frente!








Batman já diz tudo né? Morcegos em ação!!!






 Próxima parada: Nitro (uma das minhas favoritas). Quase 128km/h numa descida de aproximadamente 65 metros de altura. É bão!!!





Diminuimos o ritmo com o Congo Rapids. MAS... o povo que queria se molhar não se molhou muito, agora uma certa pessoa que conheço ficou ensopada da cabeça aos pés. Ainda bem que tava o maior sol.







Rolling Thunder parece inofensiva, mas por causa dela um boné quase partiu pro Beleléu. Ela é do tipo SHAKE SHAKE SHAKE...





Mas é claro que não faltou as montanhas-russas internas (totalmente no escuro): Dark Knight (as piores curvas que já vi. Impossível não bater as costelas na grade de proteção) e Skull Mountain (o ponto forte é a expectativa).
E aquelas que por mais que a vontade fosse grande, a fila era muito maior por isso não rolou um reencontro esse ano:



Kingda Ka é  a montanha-russa mais alta do mundo (mais de 138 metros de altura) e a mais rápida da América do Norte (205 Km/h)







Ficamos na fila por mais de 1 hora para andar no Superman, mas teríamos que ficar pelo menos mais 2 horas até chegar nossa vez, Resultado: Meia-volta volver!




El Toro é emocionante e tal, mas ainda está vivo na minha memória a dor nas costas que fiquei sentindo na última vez. Foi a única que não me empolguei.




O ponto alto do meu dia foi observar que cada 2 entre 5 pessoas seguem o conselho de Douglas Adams e levam suas toalhas para o parque.

Alguém aí topa esse tipo de terapia também???
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