26 de dezembro de 2011

Os mais vistos em 2011

Para todas aquelas pessoas marocas viciadas que ficam "pescoçando" o livro que os companheiros de viagem do ônibus, metrô, avião, moto, bicicleta, etc estão lendo, aqui vai a minha lista de livros/autores mais VISTOS no transporte público e ruas de NY em 2011:


1- GEORGE MARTIN
Ele foi o autor mais visto durante o ano. Os livros foram variados. O nada pouco que sei sobre a série Game of Thrones, me pareceu algo no estilo Senhor dos Anéis. Alguém tem melhores informações???


2- SUZANNE COLLINS
Os livros mais vistos dessa autora foram Catching Fire e Mockingjay (que é o último na série The Hunger Games de acordo com o que li na vidraça da livraria). Vontade de ler só está aumentando agora.

3- KATHRYN STOCKETT
O terceiro lugar ficou bem dividido, mas de acordo com a pouca memória da Isaura, provavelmente The Help foi o terceiro livro mais avistado do ano.


4- Outros:
Inclui Paulo Coelho em inglês e espanhol (ninguém merece!), sendo que The Alchemist foi o livro mais visto.
Emma Donoghue e seu livro Room.
Algum livro do Harry Potter.
O mesmo com Twilight.

21 de dezembro de 2011

DL 2011 (Dezembro): "Courageous"

LANÇAMENTO 2011





Título: Courageous - Honra Começa no Lar
"Corajosos"
Autor: Randy Alcorn / Alex & Stephen Kendrick
Editora: Tyndale
Páginas: 392
Lançamento: 01 de agosto







QUATRO HOMENS, UM CHAMADO: SERVIR E PROTEGER

Como policiais, Adam Mitchell, Nathan Hayes e seus parceiros voluntariamente confrontam o pior que o mundo pode oferecer. Mesmo assim no fim do dia, eles encaram um desafio que nenhum deles está realmente preparado para enfrentar: a paternidade. Enquanto eles dão consistentemente o melhor de si no trabalho, bom o suficiente parece ser tudo que eles podem reunir como pais. Mas eles estão descobrindo rapidamente que seus padrões estão errando o alvo.
Eles sabem que Deus deseja transformar o coração dos pais aos filhos, mas seus filhos estão começando a se afastar cada vez mais deles. Eles serão capazes de encontrar uma forma de servir e proteger aqueles que são mais estimados para eles?
Quando a tragédia atinge o lar, estes homens lutam com suas esperanças, seus medos, sua fé e sua paternidade. Uma nova urgência pode ajudar esses pais a se aproximarem de Deus... e de seus filhos?

 Nós cantamos "Mas é preciso ter coragem, é preciso ter força, é preciso ter gana, sempre”. Ao pensar nessa palavra, imaginamos que pessoas corajosas são aquelas que saltam de páraquedas. Ou as que escalam montanhas. Ou pulam de bungee jump. Até mesmo as pessoas que andam naquelas montanhas-russas malucas são corajosas (ihuhuhu!).
Corajosos são aqueles que não tem medo de falar o que pensam. Ou que enfrentam um gigante com apenas uma funda na mão. Corajosos mesmo são os que são lançados na fornalha e não viram churrasco humano. Ou que passam a noite na cova e não se tornam lanchinho da madrugada para leões famintos.

Eu poderia fazer uma lista quase infinita de pessoas e situações que demonstram ou que achamos que demonstram CORAGEM.
Então nos deparamos com Adam Mitchell e Nathan Hayes e seus respectivos parceiros, Shane e David. O que eles tem em comum é apenas o trabalho. Eles são policiais. E para ser policial, como eles são, é necessário ser Corajoso.

Esse livro é baseado no roteiro do filme de mesmo nome lançado nos Estados Unidos e Canadá no dia 30 de setembro desse ano. Randy Alcorn foi responsável pela "novelização" e o roteiro foi criado pelos irmãos Alex e Stephen Kendrick. Nunca ouviu falar deles? Eles são os mesmos criadores de A Virada, Desafiando Gigantes e À Prova de Fogo. Ah, agora já sabe, né?

O livro traz personagens e situações que não aparecem no filme, mas que complementam a história de uma forma bem interessante. Por exemplo, o autor coloca personagens que apareceram nos filmes anteriores o que não acontece no roteiro. O próprio Alcorn diz no posfácio que o livro é 20% do roteiro e o restante sua imaginação. Se o filme fosse baseado no livro, provavelmente seria uma minissérie.

Como eu vi o filme duas vezes antes de ler o livro, minhas reações foram mais controladas durante a leitura. Mas é importante ressaltar que se a qualidade de um livro e/ou filme pode ser medida através de lágrimas e risos, então Courageous é um dos melhores filmes/livros de todos os tempos. Eu ria e depois chorava, depois ria de novo e então já estava chorando e rindo ao mesmo tempo. Além do mais, eu NUNCA vou ao cinema duas vezes para ver o mesmo filme. NUNCA. Primeira vez que aconteceu.

Trailer do filme: CORAJOSOS

E apesar de tratar sobre paternidade, os subtemas abrangem de tudo um pouco, é uma ótima pedida para a família inteira e pode incluir os amigos, vizinhos, cachorro, gato, papagaio, etc.
A história fala muito para mim porque tive um pai maravilhoso que também era policial. Não foi um pai perfeito, mas ele fez tudo que ele sabia por sua família e até hoje ele é lembrado com uma saudade dolorida e intensa. 
O livro e filme são super recomendados!!! É uma história linda sobre perdão, perdas, amor e segunda chances. 

Vou deixar um segundo vídeo de uma das músicas do filme (que aparece no livro também \o/) e que na minha opinião marca um dos momentos mais ternos e emocionantes da história mesmo não sendo a música tema do filme:



LEIA TAMBÉM:
A Virada (filme) - Free to be me
Desafiando Gigantes (filme) - Free to be me

17 de dezembro de 2011

Playlist de Natal #2

SIXPENCE NONE THE RICHER


Outro CD que não canso de ouvir durante esse período do ano e que é bem mais melancólico do que todos os que gosto. 
A voz de gato da Leigh Nash faz a gente querer se atirar do meio-fio ou algo assim, mas não é ruim, bom, pelo menos eu não acho. 
Esse CD, lançado em 2008, marcou o reencontro/retorno da banda que se desfez 4 anos antes. É bom para quem acha que a única música que Sixpence tem é Kiss Me. He-llo!

"Glóóóóóóória, glória a Deus nas alturas". Quem conhece levanta a mão \o/

Matt Slocum e Steve Hindalong são os autores. É bonitinha para as grávidas cantarem para seus bebês.

Gostei do ritmo dessa versão. Não ficou algo do tipo quase morrendo morrendo, morri...

Participação de Dan Vaseline, digo, Haseltine do Jars of Clay. Gostei!

No começo achava essa música meio sem noção, mas meu amigo Wikipédia explicou tudo. É uma cantiga espanhola que se tornou canção de Natal. Aí eu "aaah, tá", ela tá cantando em spanglish espanhol! Larguei de preguiça e fui ver a letra. Fez sentido!

Tradicionalíssima! "Ding Dong Ding Dong"

Só sei que essa música foi gravada por vários cantores e bandas, mas conheço apenas essa versão. Minha implicância? Fala de Papai Noel.

8- River:
Essa aqui é música para chorar litros, "curtir dor de cotovelo", fim de namoro, etc. É a mais melancólica do álbum na minha opinião. Toda vez que escuto me dá uma tristeza inexplicável (#adoida). A compositora é Joni Mitchell que eu não sabia quem era. O.o Essa música foi regravada por mais cantores e bandas do que a anterior.

Composta por Leigh Nash e Kate York, essa música é ROMÂNTICA e DIVERTIDA ao mesmo tempo. Dá vontade de cantar com e para o marido, além de fazer as coisas citadas. Muito fofa!

Essa eu passava sem ouvir direito, mas depois que parei para entender a letra... outra história! Composição de Alfred Burt.


LEIA TAMBÉM:
Playlist de Natal #1

14 de dezembro de 2011

DL 2011 (Dezembro): "Night of the Living Dead Christian"

LANÇAMENTO 2011  



Título: Night of the Living Dead Christian*
"Noite do Cristão Morto-Vivo" (não publicado no Brasil)
Autor: Matt Mikalatos
Editora: Tyndale
Páginas: 272
Lançamento: 01 de outubro




Com o que uma vida verdadeiramente transformada se parece? 
Em sua sequência do aclamado Imaginary Jesus, Matt Mikalatos lança essa pergunta de uma forma interessante e provocadora - com monstros!!! Enquanto cristãos clamam experimentar o poder da ressurreição de Cristo, nós às vezes agimos como lobisomens que não podem controlar seus desejos básicos. Ou zumbis, experimentando uma ressurreição que é 90 porcento morte cambaleante e 10 porcento vida. Ou vampiros, nos saciando às custas dos outros. Mas apesar de tudo ansiamos em parar de ser monstros e nos tornarmos humanos verdadeiros - da forma que Cristo planejou. Nós apenas não conseguimos descobrir como.
Night of The Living Dead Christian é a história de Lutero, um lobisomen fugitivo cuja fera interior o tem levado ameaçadoramente perto de perder tudo que importa. Desesperado para dominar seu lado obscuro, Lutero une forças com Matt para encontrar alguém que possa ajudar. Mesmo assim o tempo está se esgotando. Um homem poderoso e misterioso está no encalce deles, determinado a matar o lobo a qualquer custo...
Por vezes hilariante e comovente, Night of the Living Dead Christian é uma alegoria espiritual que corajosamente explora os fundamentos de nossa natureza monstruosa e enfrenta de cabeça erguida a questão de como podemos sempre esperar nos tornarmos verdadeiramente transformados.
 

Originalmente, este post foi escrito em inglês. Pela primeira vez um post em inglês porque eu tinha que tentar, certo? O autor veio visitar minha página quando escrevi sobre o outro livro dele "Jesus Imaginário". Achei legal, já que foi o primeiro autor que veio até o blog mesmo sem saber português. Essa foi a forma que achei para agradecer, Matt!

Primeira observação:
Não sei se é apenas coincidência ou não, mas o estado americano de Washington é cheio de, hum, criaturas diferentes. Não é lá que existe uma pequena cidade chamada Forks?

De qualquer forma, aqui está você lendo essa resenha e...
"Você ouviu aquilo?"
"Tenho certeza que ouvi alguma coisa. Eu ouvi AQUILO!"
Então é assim que começa, pelo menos nos filmes de terror. Sempre tem alguém que é corajoso o suficiente para ir lá fora e investigar
Sério, eu estou mais segura embaixo da cama do que do lado de fora, dã! A não ser que a casa tenha ratos, aranhas e baratas, eca! Mas se você tem tudo isso embaixo da cama, isso fala muito sobre você. Só estou comentando.
Acho que li muito Stephen King quando eu era mais nova porque eu nunca jamais iria para fora sozinha no meio da noite como esse cara no livro.

Do lado de fora ele encontra um cientista maluco, um robô, um lobisomem, um monte de zumbis, uma vampira (pelo menos essa não brilha na luz do sol) e um monte de outras criaturas, pessoas e situações esquisitas. Agora ele tem que ajudar Lutero, o lobisomen, a vencer sua fera interior de alguma forma... mas como?
Tenho que mencionar aqui que Lutero não é o único que está passando por um momento tão difícil. Você sabia que eu e você somos monstros também? Ou pelo menos nós temos esses monstros dentro de nós.
Oh, fala sério, não olhe para seu computador desse jeito. E não finja que você não faz ideia do que estou falando. Sabe, aquele nosso monstro que a gente tenta refrear e controlar todo o tempo e então... cabum, fica fora de controle.
O apóstolo Paulo falou sobre isso em Romanos 7
 "Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo." (vv.18 - 19 NVI)

E a maravilhosa banda Casting Crowns canta algo nesse sentido através de My Own Worst Enemy:


E a grande pergunta é: 
É possível matar nosso monstro interior e nos tornarmos livres de nosso lado obscuro? Podemos realmente viver uma vida transformada em um mundo louco?

Leia o primeiro capítulo (em inglês) AQUI.

Para comprar o livro: Amazon / ChristianBook / BetterWorldBooks




 *Tyndale House Publishers forneceu uma cópia gratuita do livro para essa resenha.
Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo.

Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.
Romanos 7:18-19
Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo.

Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.
Romanos 7:18-19
Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo.

Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.
Romanos 7:18-19

13 de dezembro de 2011

The (not so) Secret Monster Within us: Night of the Living Dead Christian



 What does a transformed life actually look like?  
In his follow-up to the critically acclaimed Imaginary Jesus, Matt Mikalatos tackles this question in an entertaining and thought-provoking way—with MONSTERS!!! While Christians claim to experience Christ’s resurrection power, we sometimes act like werewolves who can’t control our base desires. Or zombies, experiencing a resurrection that is 90 percent shambling death and 10 percent life. Or vampires, satiating ourselves at the expense of others. But through it all we long to stop being monsters and become truly human—the way Christ intended. We just can’t seem to figure out how.

Night of the Living Dead Christian* is the story of Luther, a werewolf on the run, whose inner beast has driven him dangerously close to losing everything that matters. Desperate to conquer his dark side, Luther joins forces with Matt to find someone who can help. Yet their time is running out. A powerful and mysterious man is on their trail, determined to kill the wolf at all costs . . .

By turns hilarious and heartbreaking,
Night of the Living Dead Christian is a spiritual allegory that boldly explores the monstrous underpinnings of our nature and tackles head-on the question of how we can ever hope to become truly transformed.


Officially, this is the blog's first post in English. I have to try, right? Hmmm. Especially because I wrote about Imaginary Jesus in portuguese and the author checked it out even though he doesn't speak (or reads it for that matter) portuguese. That's my way to say thank you, Matt.
First observation:
I don't know if it's a coincidence or not, but the state of Washington is full of, uh, different creatures, don't you think. Isn't there a small town called Forks in Washington?

Anyway, here you are reading this review and...
"Did you hear that?"
"I'm pretty sure I heard something. I mean I heard THAT!"
So that's how it starts at least on the horror movies. There's always someone brave enough to go outside and investigate. Really, I'm safer under the bed than outdoors duh! Unless the house got mice, spiders and roaches, ugh! But then if you got all that under your bed that speaks a lot about you, just saying. 
I guess I read a lot of Stephen King when I was younger because I would never ever go out in the middle of the night all by myself like this guy in the book.
Outside he finds a mad scientist, a robot, a werewolf, a bunch of zombies, a vampire (at least this one doesn't glow on the sunshine) and lots of other weird creatures, people and situations. Now he has to help Luther, the werewolf, to conquer his inner beast somehow... But how?

I have to mention here that Luther isn't the only one going through such a hard time. Did you know that you and me are monsters too? Or at least we have these monsters within us.
Oh, come on, don't give your computer that look. And don't pretend you have no idea what I'm talking about. You know, that monster of ours that we try to curb and control all the time and then... kabum, it goes out of control. 
Apostle Paul talked about it in Romans 7: 
"I know that nothing good lives in me, that is, in my sinful nature. For I have the desire to do what is good, but I cannot carry it out. For what I do is not the good I want to do; no, the evil I do not want to do - this I keep on doing." (v. 18 - 19 NIV)

And the awesome Casting Crowns sings something along those lines through My Own Worst Enemy:


The biggest question is:

Is it possible to kill our monster and be set free of our dark side? Can we really live a transformed life in a crazy world?

Read the first chapter HERE.

To buy: Amazon / ChristianBook / BetterWorldBooks



 *Tyndale House Publishers has provided me with a complimentary copy of this book.

12 de dezembro de 2011

Playlist de Natal #1

Casting Crowns
Clique na imagem para ler mais sobre o CD (em inglês)
 

1- I Heard the Bells on Christmas Day:
Ouço no volume mais alto. É uma das minhas favoritas. O coral infantil complementa a canção perfeitamente.

2- O Come All Ye Faithful:
A versão no HCC é #90, Oh, Vinde Fiéis.

3-Joy to the World:
 Não achei a versão em português.

4-While You Were Sleeping:
Essa é a versão natalina. Difere 1 estrofe da versão no Lifesong.

5- Silent Night:
"Noite de Paz. Noite de Amor." Cantor Cristão #30. HCC #91. E zilhões de versões pelo mundo afora.

6- God is With Us:
Outra na lista de favoritas.

7- Away in a Manger:
No HCC é #99, Num Berço de Palhas [???].

8- Christmas Offering:
Favoritíssima! Ela é um pé no traseiro do Papai Noel e de todo o consumismo que caracteriza essa época atualmente. E não, não sou fã de Papai Noel. #prontofalei

9- Sweet Little Jesus Boy:
Também não sei se tem versão em português.

10- O Come, O Come Emmanuel:
Versão instrumental (linda!!!). Tem uma versão no HCC também #85, Oh Vem, Oh Vem Emanuel. Não sei porque no vídeo aparece a capa do The Altar and the Door, mas tudo bem.


Feliz Natal! Merry Christmas! ¡Feliz Navidad!

9 de dezembro de 2011

Tyndale Giveaway

Clique na imagem para participar


Acabei de saber sobre uma promoção bem interessante da Editora Tyndale. Eu sei que 99% dos leitores do blog estão no Brasil, mas muitos lêem em inglês, então se por acaso você for o ganhador é só entrar em contato comigo pelo email aline@alinemgomes.com que eu passo para você meu endereço aqui, daí eu envio o seu prêmio via correios para o Brasil sem que você precise pagar nada.
Quer participar? Então clique na imagem ou clique AQUI e siga as instruções (em inglês) corretamente.
Um abraço!

6 de dezembro de 2011

DL 2011 (Dezembro): "Canary Island Song"

LANÇAMENTO 2011


Título: Canary Island Song
"Canção das Ilhas Canárias" (não publicado no Brasil)
Autora: Robin Jones Gunn
Editora: Howard Books
Páginas: 284
Lançamento: 5 de julho




Quando a filha crescida de Carolyn lhe diz que ela precisa "ter uma vida", Carolyn decide que hora de deixar sua rotina familiar como uma mulher solteira em San Francisco e escapar para a casa de sua mãe nas Ilhas Canárias. Já que a mãe de Carolyn está celebrando seu septuagésimo aniversário, o momento da sua visita se torna uma surpresa perfeita.
A surpresa, no entanto, é para Carolyn quando ela vê Bryan Spencer, seu amor de verão do tempo de Ensino Médio. Se passaram sete anos desde que Carolyn perdeu seu esposo, mas desde aquele dia trágico, sua vida tem diminuido e se fechado. O tempo chegou para Carolyn ter seu coração de volta.
É preciso a afeição gentil de sua mãe e tias, assim como a ministração da beleza e canção das ilhas para atrair Carolyn para a plenitude da vida. Ela é levada por uma lição de dança flamenca, um passeio de camelo definitivo [???] e o olhar firme dos intensos olhos azuis-acinzentados de Bryan. [suspiros...]
É tarde demais para Carolyn confiar em Bryan? Carolyn pode acreditar que Bryan se tornou algo mais do que o garotão de praia rebelde que roubou seus beijos tantos anos atrás em uma perfumada noite das Ilhas Canárias?
Carolyn é lembrada que Cristóvão Colombo partiu das Ilhas Canárias em 1492 em sua viagem para descobrir o Novo Mundo. Ela está preparada para partir dessas mesmas ilhas para descobrir sua nova vida?

Mais um romance terno como só a Robin sabe fazer *-*. Quem já leu algo da autora, sabe que ela tem "uma coisa" por lugares exóticos principalmente ilhas (Havaí no topo da lista), se continuar assim, um dia ela  vai acabar chegando em São Luís, Ilha do Amor hehehe.
E todas as fãs de Ted -Todd Spencer dão gritinhos desesperados já que o protagonista dessa história é ninguém menos que o Mr. Spencer-Pai, aham, Mr. Bryan Spencer. Pelas descrições, o cara se enquadra na categoria "coroa-enxuto-lindo-maravilhoso-vai-ser-gato-assim-lá-em-casa". Mas não pensem que o papai do nosso mocinho favorito de todos os tempos agia como o filho dele na juventude. Muito pelo contrário, ele me pareceu muito mais com uma versão "motoqueiro-surfista" do (antigo) Rick Doyle com direito a cabelo comprido e tudo mais.
Mas o livro não se prende ao passado negro dos protagonistas, além de Bryan, Carolyn também tem seus segredos obscuros.

Canary Island Song é a típica história de duas pessoas que tiveram um, ah, digamos, romance de verão na adolescência e que por causa do que quer que seja, eles seguiram caminhos diferentes. Casaram, tiveram filhos e coisas assim... Passaram por divórcio ou viuvez e tentam viver da melhor maneira possível (ou quase) com o que a vida lançou em seus caminhos.
Um belo dia sem nenhum tipo de planejamento, acontece. Eles se reencontram 25 anos depois! Oh, oh, oh!
Geralmente acho essas histórias muito surreais para meu gosto, mas nesse caso não ficou tão forçado, aparentemente Carolyn amava o marido e não ficava pensando e querendo o outro durante o casamento. Mas depois que seu marido morre, Carolyn parece estar morrendo lentamente também. 
Nesse caso entra em cena a "operação família-se-metendo-na-vida". Ela tem 45 anos e as tias marocas ficam querendo que ela arrume alguém (como se isso fosse a coisa mais fácil do mundo. Tá, senta lá!) porque ela é bonita e ainda tá nova, blá, blá, blá. Então por causa de uma "coisa de Deus", ela acaba reencontrando Bryan e seu inseparável celular.

Além de Bryan, outro conhecido da Série Cris que aparece nesse livro é Matthew Kingsley (que está sofrendo uma crise de identidade aguda por causa da Editora Betânia que "traduziu" seu nome de duas formas diferentes). Na verdade ele só faz uma participação pra lá de especial, apesar de ser mencionado desde o início do livro. Acreditem, ele tem uma parte MUITO interessante!

Gostei dos extras no final do livro também: Fotos da Robin e suas amigas nos locais que são mencionados ao longo do livro e com legendas sobre cada foto. O guia de leitura. E por fim, a entrevista com a autora.

O livro ganhou 4 estrelinhas!!!

4 de dezembro de 2011

2012?! No Way!!!


Eu deveria estar dormindo. Já passa de meia-noite. Já é quase uma da manhã. Eu estava apenas editando os acentos daqueles primeiros posts de 2008 (influência da bandida-mor), quando me vi lendo, lendo, lendo... O.o
Eu estou numa pequena crise no momento... Eu...

TO BE CONTINUED... 






21 HORAS DEPOIS...

Agora estou um pouco melhor.  Eu não acredito que já estamos quase em 2012. Não acredito que já passei por tanta coisa louca. Não acredito que já fiz tanta coisa louca. Oh, meu pai! Quando eu estava relendo aqueles posts ontem de madrugada foi como se minha vida passasse diante dos meus olhos como os créditos de um filme. A ficha engatou e não quer cair de jeito nenhum.
Eu não deveria ficar assim, afinal de contas, hello, mundo! Cheguei aos 28! 28! Fiquei em silêncio sobre meu aniversário aqui no blog porque realmente eu iria começar a analisar todas as nuances do que significa estar tão perto dos 30. Mas o que mais assusta mesmo não é a idade, e sim como eu pensava que estaria à essa altura da vida. Não posso pensar nisso agora. 
Preciso de alguma terapia!

3 de dezembro de 2011

DL 2011 (Dezembro): "The Soul Reader"

LANÇAMENTO 2011


Título: The Soul Reader*
"O Leitor de Alma" (não publicado no Brasil)
Autor: Gerard D. Webster
Editora: WestBow Press
Páginas: 260
Lançamento: 5 de julho




The Soul Reader é a continuação emocionante [pisca, pisca, pisca] do romance de estreia de Gerard Webster, In-Sight. As duas pessoas que Ward McNulty mais desejava que ele pudesse esquecer eram a mulher que ele uma vez amou e o homem que ele ainda odeia. Às vezes ele conseguia, sufocando suas lembranças com um monte de atividades - sua reabilitação física, procurando um emprego e protelando o embargo da hipoteca. Mas por mais que ele tentasse, sempre estava ali - apenas sob a superfície, como brasas fumegantes sob camadas de cinzas, precisando apenas de um sopro de oxigênio para explodir em chamas [O.o]. E isto é exatamente o que acontece em uma tarde ensolarada de sábado quando Carrie Hope reaparece em sua vida inesperadamente.  É um ano depois do assassinato de seu pai quando Carrie pede a ajuda de Ward para escrever um livro sobre o North Beach Project, o esquema de lavagem de dinheiro que levou à morte de seu pai. Inicialmente, Ward recusa-se. Ele sabe que reabrir a investigação seria perigoso por três razões. Primeiro, poderia custar suas vidas - a identidade do homem por trás do esquema permanece um mistério, e ele faria quase qualquer coisa para mantê-la daquela forma. Segundo, pode custar a própria alma de Ward se ele for sugado de volta para o redemoinho de ódio e vingança do qual ele acabou de escapar. E finalmente, Ward não sabe se ele ou Carrie poderia sobreviver ao se apaixonarem e machucarem um ao outro de novo. Mas quando Carrie decide perseguir a investigação sem ele, Ward se depara com uma escolha difícil: ele pode permitir que ela vá sozinha e possivelmente seja morta... ou ele pode se juntar a ela na esperança de ser capaz de protegê-la. O discernimento misterioso de Ward pode dar-lhe uma vantagem - e permitir que ele veja o mal intrincado na folhagem do North Beach Project antes que tenha uma chance de atacar. Ele decide colaborar com ela no livro, mas de sua maneira, e assim, lança uma série de eventos que abrangem todo o globo - da Colômbia para Roma - e faz de Ward e Carrie o alvo do assassino mais perigoso do hemisfério ocidental, um homem conhecido apenas como "Culebra". É em busca de justiça que Ward descobre misericórida - e amor - mais uma vez. (tradução livre da sinopse disponível no GOODREADS)


ZzZzZzZz
O que chamou minha atenção primeiro foi a capa porque diz que é um suspense mas honestamente os primeiros capítulos foram chatos (tão chatos quanto a sinopse). Certo que depois descobri que esse livro é a continuação de In-Sight, que eu não li. O problema é que o autor se alonga mais que o necessário para "resumir" o que aconteceu no primeiro livro e explicar onde cada personagem está em suas respectivas vidas no momento.
Passando essa parte, o livro entra no ritmo e fica "bão, sô".

Da Flórida para a Califórnia. Dos Estados Unidos para o Equador. Passando pela Colômbia. Chegando à Itália. Fazendo uma parada em algum lugar remoto da Alemanha. Com participações especiais da Suíça e de Cuba. The Soul Reader nos leva ao mundo das guerrilhas e tráfico de drogas na América do Sul e suas extensões ao redor do mundo. Inclui também lavagem de dinheiro, poder, corrupção, conspiração e assassinato.

Há alguns pequenos detalhes que, hã, me pareceram estranhos, mas nada que me fez pensar em desistir da leitura, até porque o dom de Ward é bem claro, a começar pelo título do livro. Ele consegue "ler a alma" das pessoas, aham, ele consegue ver as intenções verdadeiras das pessoas só olhando para elas. Ele até consegue saber quem está mentindo ou não!
Se eu tivesse essa habilidade me ajudaria e muito a identificar se o MeP (Marido em Potencial) em questão realmente presta ou não. Imagina! Eu com esse poder não gastaria meu tempo com os sapos da vida!!! Na verdade eu iria direto para o meu "the one"...

Voltando ao livro...
A personagem mais intrigante para mim é o assassino profissional conhecido apenas como Culebra (serpente/cobra em espanhol). Rapá, o bicho é ruim mais que falta de fôlego! Porém, entretanto, todavia, comecei a desconfiar qual era a verdadeira identidade do sujeito lá pelo meio do livro (e meu chute estava correto!). Mesmo assim o que acontece quase no final me surpreendeu.
Ah, e aquele tal de Fabrizio, hein? "Homi" lindo daquele e italiano, Cíntia-bandida... Como se diz por aí, "beleza não se põe à mesa", o que quer que seja que isso signifique, tem tudo a ver com ele.

Em questão de nota, o livro vai levar 3 estrelinhas que de acordo com o Skoob é BOM!

Minha pergunta para vocês é: O que você faria se tivesse o "dom" de ler a alma das pessoas (inclusive a sua)???




*Recebi esse livro gratuitamente através do Programa BookSneeze®  especificamente para esta resenha.

1 de dezembro de 2011

DL 2011 (Dezembro): "The Scroll"

LANÇAMENTO 2011



Título: The Scroll*
"O Pergaminho" (não publicado no Brasil)
Autor: Grant R. Jeffrey & Alton L. Gansky
Editora: Waterbrook Multnomah
Páginas: 352
Lançamento: 6 de setembro



Uma última escavação. Uma última descida nos intrincados túneis da Jerusalém antiga. A verdade será encontrada em meio aos tesouros que jazem embaixo da Cidade Santa?

Dr. David Chambers, arqueologista influente, gastou sua carreira profissional descobrindo fatos em artefatos. Seu trabalho estabelece o padrão para a pesquisa bíblica na Terra Santa. Mas cercado pela evidência, David afundou em um abismo de dúvida. Uma experiência dolorosa com um Deus aparentemente indiferente o deixou sem esperança. As escrituras do Velho Testamento que costumavam encher sua mente com admiração, agora o levam à frustração. Suas perguntas não-respondidas o afastaram de ambos suas atividades acadêmicas e o amor da sua vida, sua noiva, Amber.
Um velho amigo e mentor alcança David, o atraíndo com as riquezas descritas  no enigmático Copper Scroll [Manuscrito Copta?]. Perdendo terreno com seus colegas, seu amor e sua fé, David Chambers tem uma escolha a fazer. Ele vai empreender uma última escavação para revelar um segredo que poderia alterar o curso da história? Os segredos do Antigo Testamento possuem a chave para o conflito político do Oriente Médio? 
Em um mundo onde a fé tem sido eclipsada pela atração da dúvida, The Scroll oferece uma jornada diferente: uma aventura emocionante para encontrar a verdade pela qual vale a pena morrer.

Sinopse tem que ser assim, dizer tudo e ao mesmo tempo não dizer nada e te deixar curioso(a).
Em 2013, David Chambers é o "bam-bam" da arqueologia, principalmente da arqueologia bíblica, especialmente por causa da descoberta que ele fez em 2012 (vide prólogo em inglês). Mas não vá imaginar que esse é um livro à la Indiana Jones não. Eu achei bem melhor que qualquer Indiana Jones hollywoodiano ou paraguaio que seja.
Voltando ao David Chambers, o problema é que no meio do caminho ele perdeu a motivação e a fé para continuar nessa área da Arqueologia. Ele tem seus motivos, apesar de que essa parte poderia ter sido um pouco mais explorada no livro. O enredo se prende mais à ação no presente e aos relacionamentos entre personagens, sobretudo David e Amber.
Com uma história dessas, é claro que teria um "Judas Iscariotes", e ele está lá todo cheio de si, achando que está por cima da carne seca e tal. Desde o início eu não fui com a cara dele, mas também não imaginei que ele seria capaz de fazer o que fez...
Ah, esse livro tem a figura do mentor sábio e amigo de todos que se chama Ben-Judah. Foi muito difícil não pensar no outro "tio" tão legal de Deixados para Trás. Fiquei o tempo inteiro imaginando esse (que é bem mais velho) com a cara do outro que na verdade tinha a cara do ator que o interpreta no filme!

Você não entende nada de arqueologia? Eu também não! O ponto forte é que os autores explicam bem toda a parte "técnica" sem tornarem a leitura enfadonha. Para nós, leigos, isso é bom. A parte histórica que eu entendo um pouco e gosto, ficou super fácil de acompanhar.
Ganhou 4 estrelinhas skoobianas. Muito Bom!
Agora me digam: O que vocês mais gostam sobre Arqueologia???


Antes de saírem da página, por favor deixem suas notas para a resenha. Obrigada!



Para quem gosta, encontrei um vídeo com o book trailler:




*Recebi este livro gratuitamente da WaterBrook Multnomah Publishing Group para esta resenha.