8 de abril de 2013

The Widow of Saunders Creek, de Tracey Bateman

Há quem acredite em fantasmas e que as pessoas mortas podem voltar para se comunicar com os vivos.
As novelas, filmes e livros estão aí mesmo, não só pra assustar, né Mr. Stephen King, mas para questionar: e se for verdade?
Quem já viu O Sexto Sentido, O Chamado ou o clássico da Sessão da Tarde Ghost: do outro lado da vida (só para citar três), sabe que a temática gira em torno de almas de mortos que ainda precisam resolver umas paradas neste plano físico antes de seguirem na direção daquela "luz". Gente, existem até reality shows sobre o assunto!!!

Mas e vocês? Será que vocês acreditam que os mortos podem "voltar" para o lado de cá ou se comunicar com os vivos?
Minha resposta é não! E se vocês quiserem provas, eu explico os princípios do que acredito. Existe um plano espiritual aqui nesse mundo sim, mas não são as almas dos mortos que habitam por lá. Na verdade, há controvérsias sobre onde os mortos estão nesse exato momento.
Então se vocês já presenciaram coisas "estranhas" como vozes sussurrando, portas batendo sozinhas, coisas assim, cuidado para não fazer como a protagonista desse livro e achar que alguém do outro lado está tentando dizer alguma coisa. Bom, na verdade, alguém / alguma coisa está fazendo essas coisas sim, mas não é quem / o quê você pensa que é.

No caso da Corrie Saunders, ela acredita que a alma de seu esposo voltou para a casa onde passou a infância porque ele morreu antes da hora. 
Sinceramente? Como seres humanos que somos, a gente sempre vai achar que as pessoas que amamos morrem antes da hora "certa", principalmente quando envolve uma morte violenta ou acidental.
O livro também vai tratar de outros assuntos que fazem parte de nossas vidas: perdas, relacionamentos familiares e, principalmente, segundas chances.


Título: The Widow of Saunders Creek*
Autora: Tracey Bateman
Editora: WaterBrook
Ano: 2012
Páginas: 320
Comprar: Amazon / ChristianBook
Histórico de leitura



A grief that knows no boundary.
A love without any limit.
A need that doesn’t end at death. 

Corrie Saunders grew up in a life of privilege. But she gave it all up for Jarrod, her Army husband, a man she knew was a hero when she vowed to spend her life with him. She just didn’t expect her hero to sacrifice his life taking on an Iraqi suicide bomber. 

Six months after Jarrod’s death, Corrie retreats to the family home her husband inherited deep in the Missouri Ozarks. She doesn’t know how to live without Jarrod—she doesn’t want to. By moving to Saunders Creek and living in a house beloved by him, she hopes that somehow her Jarrod will come back to her.

Something about the house suggests maybe he has. Corrie begins to wonder if she can feel Jarrod’s presence.

Jarrod’s cousin Eli is helping Corrie with the house’s restoration and he knows that his dead cousin is not what Corrie senses. Eli, as a believing man and at odds with his mystically-oriented family members, thinks friendly visits from beyond are hogwash.  But he takes spirits with dark intentions seriously. Can he convince Corrie that letting go of Jarrod will lead to finding her footing again— and to the One she can truly put her faith into?  




*Recebi esse livro gratuitamente do WaterBrook Multnomah Publishing Group para essa resenha.
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